Minha experiência mais marcante foi quando apliquei a atividade máquina de funções e deixei os alunos inventarem seus próprios segredos. Um dos alunos, durante o processo de colher palpites e escrever os seus respectivos resultados, errou a resposta. Quando os outros colegas perceberam o erro, prontamente começaram a insultar o garoto, o que foi bastante difícil de controlar. Ao fim da atividade ele chegou até mim e disse: “- desculpa viu professora, é que eu não sou bom nessas coisas não”. Eu respondi: “- sem problemas, eu também não havia percebido que estava errado, só vi quando contei nos dedos com vocês”. Então ele sorriu, me abraçou e foi para a sua sala de aula. O importante para mim foi a proximidade que consegui com ele apenas por ter me posto numa posição de companheirismo, de que estava ali para aprender também.